Autor: sincorce

  • Colégio Darwin

    Colégio Darwin

    Colégio Darwin (Do Infantil ao Ensino Médio) 

    Desconto:

    Educação Infantil TURNO MANHÃ TURNO TARDE
    1 FILHO 15% 15%
    2 FILHOS 20% 20%

     

    Fundamental Anos Iniciais TURNO MANHÃ TURNO TARDE
    1 FILHO 15% 20%
    2 FILHOS 20% 25%

     

    Fundamental Anos Finais TURNO MANHÃ TURNO TARDE
    1 FILHO 20% 25%
    2 FILHOS 25% 30%

     

    Ensino Médio TURNO MANHÃ TURNO TARDE
    1 FILHO 25% 30%
    2 FILHOS 30% 35%

     

    Observação: O benefício não abrange a compra do Material Didático, o STI (Sistema de Tempo Integral), a matrícula e outras atividades que não estejam na ANUIDADE ESCOLAR.

    Mais informações: (85) 3221-2820

    1. Ildefonso Albano, 1030 – Meireles

    https://colegiodarwin.com.br/

  • O Sincor-CE está de volta à Fenacor

    O Sincor-CE está de volta à Fenacor

    O Sincor-CE, um dos mais tradicionais sindicatos da categoria dos Corretores de Seguros do país, está de volta à relação das entidades filiadas à Fenacor. “Registramos a nossa alegria e a importância da reintegração do Sincor/CE à Fenacor neste mês de março de 2023”, afirma o presidente da entidade, Fernando Dantas.

    Ele acrescenta que, com essa decisão, está sendo “reconstruída a ponte” do mercado cearense de Corretores de Seguros ao circuito nacional de eventos, construção de conteúdos, benefícios, etc. “Retornamos para o lugar do qual jamais deveríamos ter nos afastado”, frisa Dantas.

    De acordo com dados oficiais da Susep, o Ceará conta, atualmente, com 2.015 Corretores de Seguros em plena atividade, sendo um dos 11 maiores mercados do Brasil.

    O Sindicato dos Corretores de Seguros, Capitalização, Previdência Privada e de Empresas Corretoras de Seguros no Estado do Ceará (Sincor-CE) completará, no dia 04 de maio, 34 anos de fundação.

    Fonte: www.fenacor.org.br

  • Qual o papel do sindicato para os corretores de seguros?

    Qual o papel do sindicato para os corretores de seguros?

     

    Representantes do Sincor-CE participaram do programa SeguroCast, canal informativo no Youtube que aborda temas referentes à seguros, mercado, empreendedorismo e negócios.

    O canal é comandado por Augusto César, que é empreendedor e atua no mercado de Seguros. 

    O conteúdo do vídeo tem o intuito de esclarecer sobre os demais temas a seguir:

    – O papel do sindicato e o que pode fazer para o corretor de seguros? 

    – As possíveis mudanças e ações que vão ser implantada nessa nova fase do Sincor-CE? 

    – Qual o maior Desafio hoje do Sincor-CE?

    Convidados participantes: Fernando Dantas (Presidente do Sincor-CE), Deusemar Pessoa (Secretário), Nailma Marques (Diretora) e Edna Maciel (Diretora).

    – Vídeo publicado em: 25/10/2022

  • Diretoria da Susep esclarece revisão do marco regulatório em webinar

    Diretoria da Susep esclarece revisão do marco regulatório em webinar

    A Superintendência de Seguros Privados (Susep) realizou, em 21 de novembro, o primeiro webinar Diálogos Susep, com a participação da diretoria da autarquia e do presidente do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), Rogério Boueri.

    Durante a transmissão, foram discutidos os novos ajustes operacionais e marcos regulatórios da autarquia. A transmissão está disponível no canal da Susep no Youtube.

    O superintendente da Susep, Alexandre Camillo, iniciou a live garantindo que a pretensão de sua gestão é a comunicação e o diálogo entre todas as partes do mercado. Segundo ele, as revisões dos marcos regulatórios foram guiadas por consultas públicas e analisadas minuciosamente por grupos técnicos e pela diretoria. “O objetivo do webinar é esclarecer e deixar bem claro os ajustes operacionais da Susep. As mudanças devem ser bem entendidas para melhor aplicação”, apontou.

    A diretora do Departamento de Administração e Tecnologia da Informação, Valéria Chaves, falou da Susep digital: uma página on-line que oferece os serviços digitais da autarquia e garante transparência na administração pública, disponibilização dos dados do mercado e uma avaliação para os serviços oferecidos. “Temos uma nota média de 4,22 – sendo 5 pontos a nota máxima. O feedback dos usuários que acessam nossas ferramentas digitais é essencial para a melhoria dos nossos serviços em geral”, disse.

    O diretor Marcelo Rocha anunciou o novo marco regulatório do seguro garantia e a autorregulação do setor. “O processo regulatório da Susep ocorre de forma descentralizada e a supervisão conta com as entidades autorreguladoras”, disse. Segundo o especialista, esse trabalho ocorre por conta do Decreto nº 10.139/2019, que trouxe a revisão de todo o marco regulatório, cunhado de “revisaço”. “Foram revisadas mais de 90% das 730 normas na triagem”, comentou.

    Abordando a revisão dos normativos sob o prisma dos seguros de pessoas e de grandes riscos, o diretor Augusto Coelho concordou com Valéria Chaves ao destacar a necessidade da participação de todos os envolvidos com o mercado em prol do seu desenvolvimento. “A participação da sociedade é importante para tornar o ambiente mais seguro e transparente”, disse. Já em relação à revisão dos normativos, o diretor foi incisivo. “Buscamos simplificar a operacionalização e conferir uma abordagem regulatória mais principiológica e menos prescritiva”, disse.

    O diretor da Susep, José Nagano, esclareceu o ecossistema do Open Insurance, do Open Banking e do Open Finance, desde a fase da concepção dos conceitos até a efetivação dos serviços. Nagano ainda falou sobre a sustentabilidade, abordando os critérios ESG. “As iniciativas ESG garantem um mercado mais diverso e acolhedor, sobretudo, servem para criar um mundo melhor”, garantiu.

    Encerrando os painéis da diretoria da entidade, Carlos Queiroz falou da atuação preventiva e corretiva. Para o diretor, as medidas servem para guiar o mercado de seguros e estão mais flexíveis. “A supervisão preventiva e corretiva são medidas protetivas do segurado e do seu patrimônio financeiro”, apontou.

    Diante das novidades, Camillo se mostrou entusiasmado com a transparência e a troca constante de informações da entidade com o setor. “Agentes internos e externos puderam se pronunciar e contribuir para os ajustes”, revelou.

    Encerrando o evento, o convidado especial Rogério Boueri tratou das Iniciativas do mercado de Seguros (IMS). “Pretendemos ampliar ainda mais o diálogo com o setor e agilizar a tramitação de projetos regulatórios. Essa é uma iniciativa inédita no âmbito do governo. Haverá, ainda, uma prospecção de propostas junto ao mercado privado”, finalizou.

    Fonte: Comunicação Sincor-SP

  • Reportagem do Valor Econômico revela venda do banco Alfa

    Reportagem do Valor Econômico revela venda do banco Alfa

    O Valor Econômico acaba de publicar reportagem, no dia 24 de novembro, sobre a compra do controle do Conglomerado Financeiro Alfa, dono do banco Alfa, pelo banco Safra. De autoria da jornalista Maria Luíza Filgueiras, a matéria “Safra compra banco Alfa” pode ser acessada aqui.

    Segundo o texto, o Safra pagou R$ 1,03 bilhão à Administradora Fortaleza, empresa que detinha as ações do conglomerado. A aquisição marca estratégia mais agressiva do grupo Safra na expansão em private banking e gestão de fortunas.

    Em entrevista ao Valor, um dos acionistas controladores do Grupo Safra, David Safra, destacou que a transação é um marco na história do banco no Brasil, beneficiando clientes, funcionários e acionistas do Conglomerado Financeiro Alfa e do banco Safra.

    A matéria ainda pontua que o banco Safra soma R$ 270 bilhões em ativos e administra R$ 300 bilhões em recursos, e vai agregar cerca de R$ 25 bilhões em ativos com o Alfa.

    Fonte: com informações do Valor Econômico

  • CâmaraSIN promove live com Alexandre Camillo sobre mediação nas relações contratuais

    CâmaraSIN promove live com Alexandre Camillo sobre mediação nas relações contratuais

    Na próxima segunda-feira (28/11), às 10h, a Câmara de Mediação e Conciliação Sincor-SP (CâmaraSIN) vai promover uma live com o superintendente da Susep, Alexandre Camillo, sobre “Mediação e Contratos”. A transmissão vai acontecer pelo canal da TV Sincor-SP, no Youtube.

    A live, que também vai contar com a participação do presidente do Sincor-SP, Boris Ber, e mediação do presidente da CâmaraSIN, Adevaldo Calegari, vai abordar as vantagens do caminho da negociação nos conflitos que envolvem descumprimento de contratos.

    “Enfrentar o penoso processo judicial, que é moroso, tem altos custos e ainda é imprevisível, traz grandes transtornos para as partes envolvidas no conflito. Nesta live queremos mostrar as vantagens da mediação, tendo como foco os contratos de seguros”, destaca Calegari.

    A CâmaraSIN auxilia pessoas físicas ou jurídicas a solucionarem conflitos de maneira consensual e inovadora, sem precisar recorrer à justiça comum. A entidade atua na construção de soluções consensuais entre pessoas ou instituições que estejam enfrentando conflitos nas áreas de seguros, cível, condomínio, escolar, empresarial, familiar, trabalhista, entre outras.

    Fonte: Comunicação Sincor-SP

  • Susep estuda regulamentar Associações de Proteção Veicular

    Susep estuda regulamentar Associações de Proteção Veicular

    As Associações de Proteção Veicular (APVs) são um dos grandes desafios do mercado de seguros. Em entrevista a TV Sincor-SP, o superintendente da Susep, Alexandre Camillo, comentou sobre a atuação das cooperativas no mercado. De acordo o executivo, A Susep tem atuado e autuado este tipo de serviço por meio de denúncias.

    O superintendente destacou que a regulamentação das APVs é um tema que está sendo estudado. “O tema foi discutido pelo governo diante de critérios que queiram atuar dentro do regramento legal”, frisou.

    Camillo ainda pontuou que a Susep não está deixando o assunto de lado e pediu para que os Corretores de Seguros continuem trazendo as denúncias para o órgão.

    A Susep já intimou 15 associações de proteção veicular em 2022. Somadas, as multas aplicadas pela autarquia por atuação irregular no mercado de seguros já passam de R$ 16 milhões.

    Fonte: CQCS

  • No CCS-SP, titular da Susep destaca papel essencial do corretor de seguros

    No CCS-SP, titular da Susep destaca papel essencial do corretor de seguros

    O Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP) recebeu o superintendente da Susep, Alexandre Camillo, no almoço com a presença de associados, realizado no dia 8 de novembro, no Buffet Fiorello, em São Paulo (SP). O mentor do CCS-SP, Álvaro Fonseca, manifestou seu contentamento por compor a mesa ao lado de dois ex-mentores, Camillo e Boris Ber, atual presidente do Sincor-SP. “Esta mesa é a prova de que o Clube é um celeiro de lideranças”, disse.

    Boris Ber concordou com o mentor e cumprimentou Camillo por sua atuação. “A Susep vive um novo momento e meu desejo é que continue como está”, disse. Camillo, que veio acompanhado do diretor José Nagano e do chefe de gabinete Walter Nagao, além da assessora de imprensa Thaís Ruco, agradeceu a contribuição dos corretores ao longo de sua jornada. “Só estou aqui porque vocês me permitiram”, disse.

    Camillo lembrou das mudanças regulatórias que exigiram readaptação do mercado, iniciadas a partir da edição do Decreto 10.139/2019 do Poder Executivo, que determinou a revisão do estoque regulatório. Na Susep, o “revisaço” revisitou 730 normas, facilitando a supervisão e alterando o papel da autarquia de prescritivo para principiológico. “As regras ficaram diminutas, porém, mais abrangentes e flexíveis”, disse.

    Camillo observou, no entanto, que muitos do mercado ainda não perceberam as mudanças. “Não existem mais regras engessadas por parte da autarquia. A simplificação e flexibilização das normas tornam o momento único para o mercado, visando implementar o seguro e atender as necessidades do cliente”, disse. Em seguida, ele comentou os avanços na sustentabilidade em seguros a partir dos novos requisitos da Circular Susep 666, publicada em junho.

    Dentre as questões que afetam diretamente a categoria, o superintendente citou o retorno do cadastramento de corretores para os Sincors, por meio da Fenacor. “Era uma pendência do passado que foi superada”, disse. Outra questão superada em sua gestão foi a viabilização da aderência do setor ao Open Insurance. Para tanto, segundo Camillo, foram corrigidos alguns pontos da Resolução CNSP 415/2021, extinta pela Resolução CNSP 450, publicada em outubro.

    Open Insurance
    A nova resolução inclui a possibilidade de o corretor de seguros se inserir no processo. “Se não formos aderentes ao processo como vamos levar para o consumidor, uma vez que o avanço carece do consentimento dele?”, disse. Dentre as mudanças promovidas no Open Insurance, Camillo destacou quatro pontos vitais. Um deles foi a flexibilização das regras que incluem os grandes riscos. “O Open Insurance está direcionado ao varejo. Então, superamos essa parte dos grandes riscos”, disse.

    Outro ponto vital era a questão de dados eletrônicos embarcados. “Havia a discussão se cabia ao cliente permitir ou não o trânsito de dados e também se as seguradoras dispunham de inteligência de dados, pois o risco era ocorrer uma assimetria. Então, retiramos”, disse. Já em relação ao prazo de implementação, ele informou que também houve alteração, com a prorrogação por mais quatro meses.

    Por fim, uma das principais mudanças foi a substituição da SISS (Sociedades Iniciadoras de Serviço de Seguro) pela plataforma SPOC (Sociedade Processadora de Ordem do Cliente). Camillo ressaltou que era permitido às SISS representar o cliente na coleta de dados e, mais do que isso, até obter a devolutiva da seguradora, fazer a oferta ao segurado e atender endossos e sinistros. “Entendam o impacto que teria para vocês”, disse ele aos corretores. Já a SPOC terá a função especifica de apenas transmitir os dados.

    Outra novidade anunciada foi a instalação da IMS (Iniciativas do Mercado de Seguros), que é composta por nove órgãos representantes do governo. Segundo Camillo, a IMS analisou 31 temas que foram depurados em cinco. “É um momento de alegria porque é a primeira vez que o governo tem esse olhar para o seguro”, disse. Ainda no campo das novidades, ele citou a Lei 14.430, publicada em agosto, que estabelece o marco legal da securitização.

    A nova lei cria as Letras de Risco de Seguro (LRSs) a serem emitidas por Sociedades Seguradoras de Propósito Específico (SSPEs) para financiamento e transferência de riscos de seguros e resseguros a investidores do mercado de capitais. “Significa que haverá dinheiro de investidores para garantir operações específicas, o que pode vir ao encontro de contratos de riscos complexos. Trata-se de um marco na história do seguro, uma nova página, que traz apetite para aceitação de riscos”, afirmou.

    Corretor essencial
    O mentor do CCS-SP, Álvaro Fonseca, agradeceu o trabalho de Camillo em prol do mercado e, em seguida, o questionou se, hoje, a Susep valoriza o corretor. “O corretor é muito mais do acha que é”, disse Camillo, acrescentando que este profissional “é fundamental no ecossistema de seguros, mas, às vezes, não se dá conta disso”. Para ele, “é uma questão de saber se posicionar”.

    No encerramento do evento, o mentor e o secretário Marco Cabral entregaram uma placa de homenagem para Camillo. “É uma justa homenagem do Clube a você, que foi secretário e, depois, mentor”, disse Álvaro Fonseca.

    Fotos (crédito: Antranik Photos)
    Fonte: CCS-SP

  • Seguro auto: atenção às normas

    Seguro auto: atenção às normas

    Por Alexandre Del Fiori*

    Manter-se sempre atualizado em relação às normas em vigor é uma premissa que deve ser seguida diariamente pelo corretor de seguros sob pena de se ver em situações delicadas perante o cliente.

    Cobertura provisória

    De acordo com a Circular Susep 642/2021, que trata da aceitação e vigência do seguro, no artigo 7º, a cobrança total ou parcial de prêmio antes da aceitação da proposta (adiantamento por boleto) somente é admitida em caso de oferecimento de cobertura provisória ao proponente para sinistros ocorridos no período de análise da proposta, desde que expressamente prevista nas condições contratuais e solicitada pelo proponente na proposta.

    Aditada pela Circular Susep 654/22, a regra prevista no artigo 7º teve o acréscimo do § 4º que informa: nos casos de seguros de danos com vigência igual ou superior a doze meses, o encerramento da cobertura provisória em decorrência da recusa do risco somente poderá ocorrer após, no mínimo, dois dias úteis contados da comunicação formal de tal recusa ao proponente, seu representante legal ou corretor de seguros.

    Observação: na norma anterior havia a menção de que o início de vigência se daria a partir da vistoria prévia. A nova norma suprimiu essa informação, porém é importante estar atento às premissas estabelecidas, que podem variar de uma para outra seguradora e que, pela atual proposição do órgão regulador, são válidas.

    Valor da indenização: perda total

    De acordo com a Circular Susep 639/2021, artigo 4º, § 1º, nos casos de indenização integral, o pagamento de quantia variável, em moeda corrente nacional, é determinada de acordo com tabela de referência expressamente indicada na proposta do seguro, conjugada com fator de ajuste, em percentual acordado entre as partes e estabelecido na proposta, a ser aplicado sobre o valor de cotação do veículo na data da ocorrência do sinistro.

    Sobre o valor estabelecido, incorrerá a correção monetária até a data do efetivo pagamento pelo índice de correção admitido no produto e, se ultrapassado o prazo regulamentar, haverá a incidência de juros moratórios.

    Observação: diferentemente da norma anterior, que utilizava a data da liquidação para a apropriação do valor a indenizar, agora passa a ser pelo valor da tabela na data da ocorrência. A diretriz segue a decisão do STJ sobre a matéria.

    * Alexandre Del Fiori é gerente técnico do Sincor-SP, especialista em Seguros e Previdência, professor universitário, escritor e fundador da Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS)